Em meio à quarta onda da Covid-19, a Europa toma medidas restritivas para evitar o avanço da doença. Há toques de recolher e bloqueios em diversas nações do Velho Continente. A Áustria, por exemplo, está em seu quarto lockdown desde a última segunda-feira (22).
A partir de 1º de fevereiro, o governo austríaco pretende tornar obrigatória a vacinação. Existe um movimento antivacina liderado pelo Partido da Liberdade, de extrema-direita. Consta que a cobertura vacinal chegou a 66% da população. No entanto, esta é uma das taxas mais baixas da Europa Ocidental.
Portugal voltou a exigir o uso de máscaras em locais fechados, além de estabelecer passaporte sanitário em hotéis e restaurantes.
No leste europeu, a Eslováquia e a República Tcheca estão entre as nações com as maiores taxas de infecção do coronavírus. Lá, pessoas não vacinadas estão proibidas de frequentar bares, restaurantes, hotéis e salões de beleza.
A identificação de uma nova variante na África do Sul, batizada de “ômicron” pela Organização Mundial da Saúde, elevou o alerta. A Bélgica foi o primeiro país da Europa a registrar o primeiro caso no continente da cepa. A própria OMS considera preocupante a variante por apresentar evidência de reinfecção.
A Itália proibiu a entrada de pessoas vindas da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Moçambique, Namíbia e Zimbábue. A preocupação também toma conta da América do Norte: o Canadá restringiu o acesso a visitantes das sete nações sul-africanas, assim como os EUA, que também vetaram o Malawi.
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